segunda-feira, 29 de junho de 2009

Uma formiga não faz diferença, já algumas centenas...

Nos Estados Unidos, em 1997, cerca de 1000 universidades e instituições de ensino oferecem cursos de criação de empresas, contra 50 em 1975. Cerca de 1.3 milhões de novas empresas, com uma ou mais pessoas, foram criadas em 1988 nos Estados Unidos. No ano 2000, demógrafos estimam que existirão 30 milhões de empresas nos Estados Unidos, contra 18 milhões existentes em 1988. Virtualmente todos os novos empregos líquidos criados nos Estados Unidos provêem dessas novas empresas em expansão, e não de grandes empresas já estabelecidas. Descobriu-se que, de 1984 a 1987, os primeiros 5% de todas as novas empresas contabilizavam 87% de todos os novos empregos, os primeiros 10% criaram 96% e os primeiros 15% criaram 98%. Também, de 1980 a 1987, as 500 maiores empresas da Fortune eliminaram 3,1 milhões líquidos de empregados de suas folhas de pagamento. Ao mesmo tempo, empresas não integrantes da lista da Fortune, predominantemente novas e pequenas firmas, criaram 17 milhões de novos empregos, e o setor público contribuiu com 1,3 milhões. Desde a segunda guerra mundial 50% de todas as inovações e 95% de todas inovações radicais surgiram das novas e pequenas empresas. Estão aí incluídos, por exemplo, o microcomputador, o marca-passo, os overnight express packages, a troca de óleo rápida, fast food, anticoncepcional oral, a máquina de raio X, etc. (Timmons, J.A., New venture creation, Homewood IL:IRWIN, 1994).

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