sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Basta você ter certeza!




Assistindo o programa Estrelas apresentado pela Angélica conheci os irmãos Otávio e Gustavo Pandolfo. Os caras são os tipos de artistas que gosto, o tipo de arte que realmente me atrai. Sem frescuras, algo direto, contagiante. Quando pequenos sempre desenhavam, faziam de tudo desenhando, sempre juntos (são gêmeos). A coisa foi tomando notoriedade e fizeram abertura de seriado para a Globo, pintaram em metrôs, trens, fachadas, galerias, prédios, exposições, etc, etc, etc. Acabaram de chegar de um temporada de sucesso na Deitch Projects, em NY, algo maravilhoso para qualquer artista gráfico. Eu realmente fiquei fascinando com o talento dos irmãos Pandolfo. Tirando todo este meu fascínio por eles o que mais me chamou a atenção foi a frase proferida pelo irmão mais velho deles. A Angélica em um certo momento da entrevista perguntou a este irmão mais velho se ele ou alguém da família acreditava no sucesso de Otávio e Gustavo, a resposta foi a seguinte:

- Quem falar que sempre acreditou neles está mentindo. Quem realmente acreditava no sucesso deles eram eles mesmos.

Para mim isto é algo primordial e fantástico. Quem sabe onde quer chegar irá chegar, mesmo que isso leve mais tempo do que o planejado, ou mesmo do que o esperado por terceiros, mas chegará. Depois de toda a jornada sempre, sempre irá aparecer pessoas falando que acreditavam em você, mas realmente sempre foi assim? Não espero me preocupar com isso, somente sei que é muito mais fácil dividir o sucesso alheio do que o fracasso.
Você tem um projeto, corre atrás, luta por ele, recebe auxílio, mas somente quando ele começar a dar frutos é que irão aparecer os “profetas” afirmando que sempre acreditaram em você e em suas idéias malucas, mas você, somente você saberá quem realmente o apoiou e continuará a apoiar. Algumas pessoas confundem isto com “patrocínio”, investimento, etc, mas somente o acreditar em alguem, torcer, saber ouvir ou falar no momento de decepção já é maravilhoso para quem precisa e está correndo atrás de seu sonho.

A vida é correr sozinho. Mas se alguem me empurrar nas subidas e me segurar nas descidas as conquistas terão o verdadeiro sabor de vitória.

domingo, 4 de outubro de 2009

Nem com torcida organizada Golias ganha.


Neste final de semana minha esposa e eu assistimos ao filme Jogada de Gênio e isso me lembrou muito a batalha entre Filisteus e o povo de Israel em que Davi, pequeno e frágil leva a morte Golias, um homem muito maior e mais preparado.

Achei fantástico este filme, a história, narrativa, etc.
Claro que durante o filme fiquei o tempo todo ao lado do Sr. Kearns, pois minha situação é muito parecida com a dele. Criei algo que muitos tentaram, possuo a patente e no momento estou na fase de protótipo e lançamento. Vale lembrar que minha empresa está no PRIME, Pograma da FINEP com aporte financeiro a fundo perdido, em contra partida ele estava nos EUA, um país que realmente aposta em empreendedores. Nossas semelhanças param por aqui, porém o desejo de dar certo faz parte de qualquer pessoa que crie algo, isto que nos move. Após o filme fiz uma pequena pesquisa na web sobre o Sr. Kearns, as únicas opiniões contrárias a sua criação vem da Ford e outras montadoras que também foram processadas e perderam suas ações. Por este motivos e outros menores que encontrei na web continuo a apoiar todos os Davis que sonham e buscam algo para suas vidas.


(SINOPSE) - Nos anos de 1960, em Detroit (Michigan), Robert Kearns (Greg Kinnear) formou uma típica família americana na esperança de alcançar o Sonho Americano. Professor em uma universidade local, Robert casou-se com a também professora Phyllis (Lauren Graham) e, com seus 30 e poucos anos de idade, já tinha seis filhos. Engenheiro de formação e um inventor nas horas vagas, Robert criou um dispositivo que seria utilizado em todos os carros do mundo. Para a família Kearns era como se tivessem encontrado ouro. Mas o grande desafio viria quando o jovem engenheiro foi simplesmente ignorado pelas gigantes montadoras de automóveis, sem antes se apropriar daquele invento. Baseado em fatos reais, o filme descreve a história de um homem que desafiou a indústria automobilística americana, lutando por seus direitos e pelo seu reconhecimento.