Estado de São Paulo tem linha de crédito de R$ 10 milhões para projetos de inovação. Já Governo federal lança o edital RHAE, para alocação de pesquisadores nas pequenas empresas.
http://www.protec.org.br/noticias_inovacao_micro_pequena_empresa.asp?cod=477
terça-feira, 30 de junho de 2009
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Uma formiga não faz diferença, já algumas centenas...
Nos Estados Unidos, em 1997, cerca de 1000 universidades e instituições de ensino oferecem cursos de criação de empresas, contra 50 em 1975. Cerca de 1.3 milhões de novas empresas, com uma ou mais pessoas, foram criadas em 1988 nos Estados Unidos. No ano 2000, demógrafos estimam que existirão 30 milhões de empresas nos Estados Unidos, contra 18 milhões existentes em 1988. Virtualmente todos os novos empregos líquidos criados nos Estados Unidos provêem dessas novas empresas em expansão, e não de grandes empresas já estabelecidas. Descobriu-se que, de 1984 a 1987, os primeiros 5% de todas as novas empresas contabilizavam 87% de todos os novos empregos, os primeiros 10% criaram 96% e os primeiros 15% criaram 98%. Também, de 1980 a 1987, as 500 maiores empresas da Fortune eliminaram 3,1 milhões líquidos de empregados de suas folhas de pagamento. Ao mesmo tempo, empresas não integrantes da lista da Fortune, predominantemente novas e pequenas firmas, criaram 17 milhões de novos empregos, e o setor público contribuiu com 1,3 milhões. Desde a segunda guerra mundial 50% de todas as inovações e 95% de todas inovações radicais surgiram das novas e pequenas empresas. Estão aí incluídos, por exemplo, o microcomputador, o marca-passo, os overnight express packages, a troca de óleo rápida, fast food, anticoncepcional oral, a máquina de raio X, etc. (Timmons, J.A., New venture creation, Homewood IL:IRWIN, 1994).
domingo, 28 de junho de 2009
Aceitamos todos os tipos de empreendedores?
... Erguei as mãos e dar glória a Deus...
Quem não conhece este verso da música cantada com todo o louvor por Padre Marcelo Rossi?
Sabe aquele funcionário da repartição pública que sempre está preocupado em ações para diminuir as filas nos postos de atendimento público? Quem o valoriza como empreendedor?
Pipoqueiro, sim, agora usa milho orgânico em sua carrocinha e anuncia isso a todos que passam por ela. Você o considera empreendedor?
Não valorizamos os pequenos e médios empreendedores, funcionários públicos e privados, professores, voluntários ou muitas outras ocupações e profissões como empreendedores. Todo empreendedor procura de imediato o reconhecimento próprio, todo empreendedor tem auto-estima elevada pelo que faz, então não faz nada para o aplauso alheio, mas para o próprio. Receber o reconhecimento de terceiros é maravilhoso, mas para um empreendedor não é tudo. Devemos começar a valorizar o que nos une e não somente o que nos separa. Devemos reconhecer uma atitude inovadora e tirar o maior proveito da mesma para nossas ações e sonhos. Em muitas agências bancárias existe o funcionário que faz a triagem na fila, confirmando a necessidade do atendimento pelo funcionário no caixa ou informando que a ação desejada pelo cliente pode ser realizada nos caixas eletrônicos. Quem criou esta ação não teve uma ação inovadora?
Segundo o Manual de Oslo, publicado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), traduzido pela Finep (Financiadora de Estudos e Projetos), define-se inovação como a implementação de um produto (bem ou serviço) novo ou significativamente melhorado, um processo, novo método nas práticas de negócios, na organização do trabalho ou nas relações externas.
Pare de valorizar somente o "grande", o "mega", olhe ao seu lado, aprenda a reconhecer um empreendedor, uma inovação, acostume seus olhos, seus ouvidos, sua mente. Valorize como inovação empreendedora a forma diferenciada de ser abordado por um flanelinha que ao ver seu automóvel estacionado pede licença e coloca um pedaço de papelão sobre o vidro dianteiro de seu veículo em um dia ensolarado e quente. Você não precisa aprovar a existência de flanelinhas em nossas cidades, mas sim, pode reconhecer diferenciais de inovação e levar para sua vida, para sua empresa, para sua família. Quantas vezes vamos a restaurantes em dias chuvosos que ao deixar nossos carros nos estacionamentos surgem educados funcionários com grandes guarda-chuvas para nos guiar até a porta de entrada? Você não se sente bem? Isto não pode ser reconhecido como inovação? Claro que agora é algo que existe em muitos restaurantes, mas no início, quanta diferença, quanta inovação. Para aquele cliente que chega com o seu guarda-chuva há a opção de um cesto, ou mesmo sacos plásticos que ficam em compartimentos específicos para cobrir nossos guarda-chuvas. Não é fantástico? Qual será o próximo passo?
Arrisco que será a impressão de marcas nestes sacos plásticos que cobrem nossos guarda-chuvas, mesmo que os usemos por um tempo curto, alguma mensagem iremos levar.
Nem que seja: "Tenha um ótimo dia" - Fazenda Dona Bella, onde a chuva faz toda a diferença para nossa produção.
Quem não conhece este verso da música cantada com todo o louvor por Padre Marcelo Rossi?
Sabe aquele funcionário da repartição pública que sempre está preocupado em ações para diminuir as filas nos postos de atendimento público? Quem o valoriza como empreendedor?
Pipoqueiro, sim, agora usa milho orgânico em sua carrocinha e anuncia isso a todos que passam por ela. Você o considera empreendedor?
Não valorizamos os pequenos e médios empreendedores, funcionários públicos e privados, professores, voluntários ou muitas outras ocupações e profissões como empreendedores. Todo empreendedor procura de imediato o reconhecimento próprio, todo empreendedor tem auto-estima elevada pelo que faz, então não faz nada para o aplauso alheio, mas para o próprio. Receber o reconhecimento de terceiros é maravilhoso, mas para um empreendedor não é tudo. Devemos começar a valorizar o que nos une e não somente o que nos separa. Devemos reconhecer uma atitude inovadora e tirar o maior proveito da mesma para nossas ações e sonhos. Em muitas agências bancárias existe o funcionário que faz a triagem na fila, confirmando a necessidade do atendimento pelo funcionário no caixa ou informando que a ação desejada pelo cliente pode ser realizada nos caixas eletrônicos. Quem criou esta ação não teve uma ação inovadora?
Segundo o Manual de Oslo, publicado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), traduzido pela Finep (Financiadora de Estudos e Projetos), define-se inovação como a implementação de um produto (bem ou serviço) novo ou significativamente melhorado, um processo, novo método nas práticas de negócios, na organização do trabalho ou nas relações externas.
Pare de valorizar somente o "grande", o "mega", olhe ao seu lado, aprenda a reconhecer um empreendedor, uma inovação, acostume seus olhos, seus ouvidos, sua mente. Valorize como inovação empreendedora a forma diferenciada de ser abordado por um flanelinha que ao ver seu automóvel estacionado pede licença e coloca um pedaço de papelão sobre o vidro dianteiro de seu veículo em um dia ensolarado e quente. Você não precisa aprovar a existência de flanelinhas em nossas cidades, mas sim, pode reconhecer diferenciais de inovação e levar para sua vida, para sua empresa, para sua família. Quantas vezes vamos a restaurantes em dias chuvosos que ao deixar nossos carros nos estacionamentos surgem educados funcionários com grandes guarda-chuvas para nos guiar até a porta de entrada? Você não se sente bem? Isto não pode ser reconhecido como inovação? Claro que agora é algo que existe em muitos restaurantes, mas no início, quanta diferença, quanta inovação. Para aquele cliente que chega com o seu guarda-chuva há a opção de um cesto, ou mesmo sacos plásticos que ficam em compartimentos específicos para cobrir nossos guarda-chuvas. Não é fantástico? Qual será o próximo passo?
Arrisco que será a impressão de marcas nestes sacos plásticos que cobrem nossos guarda-chuvas, mesmo que os usemos por um tempo curto, alguma mensagem iremos levar.
Nem que seja: "Tenha um ótimo dia" - Fazenda Dona Bella, onde a chuva faz toda a diferença para nossa produção.
Dica de sites 2!
Acho que é sempre válido estar visitando estes sites. Informação é o que não falta. Caso queira receber notícias em seu e-mail é só se cadastrar neles.
www.finep.gov.br/
www.protec.org.br/
www.inovacao.unicamp.br/
www.finep.gov.br/
www.protec.org.br/
www.inovacao.unicamp.br/
Fui comprado por brinquedos baratos!

Poxa, nunca pensei que fosse tão difícil, mas realmente é, ainda mais quando não se sabe por onde começar. Vou começar aos poucos, talvez o que passei e continuo a passar seja próximo da realidade de muitos neste país. Quando criança sempre gostei de desmontar meus brinquedos, me atraia seu funcionamento. Desde o girar das rodas de um carrinho de fricção até o funcionamento do video-game de meu irmão mais velho (mas este não pude desmontar). Livros, revistas e jornais sempre estavam por perto, mas nunca consegui ler um livro até sua última página, a impaciência era algo que me acompanhava a galopes. Lembro de adorar quando minha mãe pegava em nossa biblioteca um volume da coleção Mundo da Criança que tinha o seguinte título: Faça você mesmo seus brinquedos (realmente não lembro se este era seu nome, mas a função do livro era esta). Criávamos carimbos com batata, vulcões com jornais picotados misturados a muita farinha e água, para que o ferrorama de meu irmão passasse por baixo, entre muitos outros brinquedos. A criação, experimentação, exploração foi algo sempre incentivado por meus pais. Para mim era um prato cheio.
Em um aniversário de minha mãe ela ganhou uma nhoqueira (equipamento para fazer as bolinhas de nhoque de forma "automática"). Ví aquele aparato plástico e realmente o achei incompleto. Imagine o seguinte: a massa do nhoque está pronta, você despeja esta massa no cilindro que fica no meio da nhoqueira, fecha o cilindro com uma tampa que permite pressionar toda esta massa para sair em furos da sua base. A cada pressionada são feitas 8 bolinhas de nhoque, e para soltá-las é necessário uma espátula para "cortá-las". Imaginei o seguinte: Quem sabe não colocar um anel plástico em volta deste cilindro, ao fazer as bolinhas seria necessário só baixar este anel plástico que as 8 bolinhas seriam cortadas ao mesmo tempo. Simples, não? Pois bem, fiz um desenho de minha pequena inovação e a levei as Lojas Renner, pois o pacote do presente era da Renner. Chegando lá com meus 11 anos pedi para falar com o gerente da loja. Em poucos minutos ele veio me atender. Mostrei meu desenho, com toda a desenvoltura necessária. Lembro que ele me elogiou, em seguida me deu uns 3 brinquedos baratos e agradeceu. Poxa, ganhei o dia, a semana, o mês. Passados 12 anos estava eu em um supermercado quando me deparo com a tal nhoqueira, qual foi a grande surpresa? Meu pequeno desenho de um simples anel plástico se transformou em realidade. O desejo de melhorar ou criar algo sempre me seguiu e hoje me guia.
Seja bem vindo!
Uma empresa tem duas e apenas duas funções básicas: Inovação e Marketing. Inovação e Marketing produzem resultados; todo o resto são custos. (Peter Drucker)
Por acaso ou não, vivo em função do marketing e da inovação, esta última mais sofrida, mais dolorida. Inovar em um país onde a educação ainda é direcionada a criação de ótimos funcionários e não pessoas que arrisquem tudo fica mais difícil. Liste os 10 principais empreendedores que vem a sua mente da terra do Tio Sam. Em sua maioria serão ligados a tecnologia, serviços, inovações. Agora faça a mesma lista com empreendedores no Brasil. Espantou-se? Sim, você tem em sua mente grandes industriários, fabricantes. Você não está errado, nem tão pouco certo, somente está refletindo uma realidade que ainda existe em nosso país. O mudar desta realidade está cada vez mais perto, afinal de contas Deus não é brasileiro?
Escolas, universidades, centros educacionais e principalmente ações governamentais estão mudando esta realidade. Busco com este blog compartilhar com os visitantes algumas das experiências que estou passando com o quesito inovação. Especificamente a minha se traduz na criação de uma empresa especializada em pesquisa on-line em todo varejo nacional. Ousado? Não creio, não vejo assim.
Por acaso ou não, vivo em função do marketing e da inovação, esta última mais sofrida, mais dolorida. Inovar em um país onde a educação ainda é direcionada a criação de ótimos funcionários e não pessoas que arrisquem tudo fica mais difícil. Liste os 10 principais empreendedores que vem a sua mente da terra do Tio Sam. Em sua maioria serão ligados a tecnologia, serviços, inovações. Agora faça a mesma lista com empreendedores no Brasil. Espantou-se? Sim, você tem em sua mente grandes industriários, fabricantes. Você não está errado, nem tão pouco certo, somente está refletindo uma realidade que ainda existe em nosso país. O mudar desta realidade está cada vez mais perto, afinal de contas Deus não é brasileiro?
Escolas, universidades, centros educacionais e principalmente ações governamentais estão mudando esta realidade. Busco com este blog compartilhar com os visitantes algumas das experiências que estou passando com o quesito inovação. Especificamente a minha se traduz na criação de uma empresa especializada em pesquisa on-line em todo varejo nacional. Ousado? Não creio, não vejo assim.
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